quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O Selo de Deus e a Marca da Apostasia



Aconteceu de novo. Dezesseis membros da Ordem do Templo Solar – uma dessas seitas apocalípticas que aparecem a cada dia – cometeram suicídio coletivo. A polícia francesa descobriu, num bosque da aldeia de Saint-Pierre-de-Cherennes, perto da aprazível Grenoble, dezesseis mortos, entre os quais, três crianças. Catorze corpos estavam carbonizados e dispostos em círculo, seguindo o mesmo ritual macabro adotado no suicídio coletivo de 1995.
Como no trágico incidente anterior, as vítimas foram executadas voluntariamente, com tiros na cabeça, por outros dois membros da seita que eram policiais. Depois de queimar os corpos, os dois carrascos também se suicidaram. A primeira tragédia aconteceu em 1995, quando a seita induziu à morte 35 pessoas na Suíça e no Canadá.
A Ordem do Templo Solar é uma seita pequena, com pouco mais de 400 membros espalhados por vários países. Os líderes – o médico homeopata belga, Sue Jouret, e o francês Joseph di Mambro – convenceram os seus seguidores de que a morte era apenas uma espécie de transição para alcançar o planeta Sírius, lugar de eterna paz e bem-estar. Enquanto isso, eles se encarregariam de administrar os bens materiais dos seguidores!
A polícia encontrou na conta de um dos líderes, 200 milhões de dólares. Por que você acha que pessoas ricas e cultas são enganadas com tanta facilidade? O que aconteceu com o homem deste fim de século? Existe no coração humano um certo medo existencial. Independente de religião, cultura ou posição social, existe no fundo de cada homem a sensação de que este mundo caminha à destruição completa. E a pergunta é: Como?

Futuro incerto

Os estudiosos do crescimento populacional acreditam que a humanidade está se multiplicando tão aceleradamente que chegará a um ponto em que toda a produção de alimentos não será suficiente para atender as necessidades humanas. Os mais pessimistas crêem até que os homens começarão a se devorar uns aos outros.
Há, por outro lado, os que temem uma guerra nuclear. Acreditam que este planeta não sobreviveria a uma série de explosões atômicas. Para onde fugir então? A violência, o desamor, a exploração do homem pelo homem fazem-nos sentir que este mundo não é um lugar seguro para se viver. Os princípios morais que serviam como alicerces de uma sociedade justa estão sendo cada vez mais discutidos e colocados de cabeça para baixo. Racionaliza-se em torno do que é certo e errado. Discute-se o princípio de autoridade; rejeitam-se os valores espirituais.
Nossa sociedade tornou-se secularista. Deus não passa de um nome ou de uma simples “energia” que pode ser encontrada em tudo; mas que não tem poder nenhum para intervir nos destinos do homem. O capital encontra-se concentrado nas mãos de uns poucos, enquanto o trabalho não é valorizado. Na verdade, com os avanços da tecnologia, torna-se quase dispensável, deixando a grande massa humana em desespero quanto à sua sobrevivência.

Cultos apocalípticos

É preciso fugir deste mundo. Mas para onde? Eis o motivo por que aparecem constantemente cultos apocalípticos que, apesar dos trágicos desenlaces a que chegam, arrebanham seguidores em todos os países e em todas as classes sociais. Observe alguns exemplos:
1. Jim Jones levou 913 pessoas ao suicídio coletivo em 1978, na Guiana Francesa, prometendo que todos iriam para o Céu.
2. David Koresh, autoproclamando-se Filho de Deus, do ramo davidiano, levou à morte 70 homens, mulheres e crianças, confrontando-se com a polícia no ano de 1993, em Waco, Texas.
3. No Japão, membros da Seita Aumshinrikyo provocaram uma explosão “apocalíptica” no trem de Tóquio, em 1995. Onze pessoas morreram e cinco mil foram feridas.
4. A polícia mexicana acusou o pastor Ramón Morales Almozan de levar à morte 29 seguidores, sufocados em 1991. O pastor ordenava aos fiéis que continuassem orando, enquanto a fumaça tóxica inundava o templo.
Estima-se hoje que, só na Grã-bretanha, existam por volta de 500 cultos apocalípticos, chegando esse número a 2500 nos Estados Unidos. São pessoas angustiadas, desencantadas com a vida e procurando um mundo melhor. Elas estão dispostas a pagar qualquer preço a fim de encontrar o que procuram: um pouco de paz no coração e um lugar onde não haverá mais dor e sofrimento. Um lugar sem orgulho, rancor, cobiça, nem ciúmes doentios que destroem relações humanas.

O paraíso real

Incrível como pareça ser, este lugar existe. Não está no planeta de Sírius, nem virá com a era de Aquárius. O apóstolo João o descreve deste modo: “Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos…
Um dos anciãos tomou a palavra dizendo: ‘Estes, que se vestem de vestiduras brancas, quem são e de onde vieram?’ Respondi-lhe: ‘Meu Senhor, Tu o sabes’. Ele, então, me disse: ‘São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro… Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida, e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima’.” (Apocalipse 7:9,13 a 17).
Você vê? Este lugar existe. Não haverá ali mais dor. Nunca mais você será traído, nem abandonado. Nunca mais veremos crianças de rua condenadas por uma sociedade injusta. Nunca mais a morte arrancará de nossos braços as pessoas que mais amamos. Esse lugar existe. A Bíblia é clara ao afirmar que você e eu poderemos um dia estar presentes ali. Vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos.

A última noite do mundo

Mas antes que chegue aquele dia, é preciso passar a última noite deste mundo. Noite é sinônimo de escuridão, frio e, muitas vezes, medo. Mas o Sol do novo dia nasce depois que a noite escura passa.
Veja como o Apocalipse descreve este quadro: “Depois disto, vi quatro anjos em pé, nos quatro cantos da Terra, conservando seguros os quatro ventos da Terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma.” (Apocalipse 7:1).
Vento, em profecia, é símbolo de destruição e guerra, e a João é revelado, na visão, que este mundo está ameaçado de destruição. Há um cataclismo universal se aproximando. Mas João vê algo mais: “Vi outro anjo que subia do nascente do Sol, tendo o selo do Deus vivo, e clamou em grande voz aos quatro anjos, aqueles aos quais fora dado fazer dano à terra e ao mar, dizendo: ‘Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos de nosso Deus’.” (Apocalipse 7:2 e 3).
Percebe? Antes dos quatro ventos destruidores soprarem sobre este mundo, é preciso que os servos de Deus sejam selados, ou seja, identificados, para serem poupados da fúria da Natureza que castigará este planeta sem medida. Como pode você saber se será selado como um servo de Deus ou não? É interessante notar que no Apocalipse achamos dois grupos de pessoas marcadas ou seladas. No capítulo 13, o poder religioso/político, simbolizado pela besta, faz que “a todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte”. (Apocalipse 13:16). E no capítulo sete, os servos de Deus também são selados, na fronte, com o selo de Deus. [Veja também: Dois Animais Estranhos e o Número 666].

O selo de Deus e a marca da besta

Aqui surge de maneira natural a pergunta: “O que ou qual é a marca da besta e qual é o selo de Deus?” Veja que os que receberam o selo de Deus serão poupados da destruição, enquanto João diz que, “se alguém adora a besta e a sua imagem, e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus” (Apocalipse 14:9 e 10). Para saber o que é a marca da besta é preciso primeiro identificar qual é o selo de Deus. A marca da besta será o contrário.
Selo geralmente é a identificação de uma pessoa. O selo compreende nome, atribuições, autoridade e caráter do seu dono. Por trás do selo de Deus estão Sua autoridade, Sua Lei e os princípios eternos do governo divino. Por trás da marca da besta você pode achar, também, a pretensa autoridade, os decretos, e os princípios enganadores do diabo. Por trás do selo de Deus está o desejo de salvar. Por trás da marca da besta encontra-se a vontade de destruir. Por trás da selo de Deus estão o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e por trás da marca da besta estão o dragão, a besta e o falso profeta.
O selo de Deus é colocado na vida dos que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Apocalipse 7:14), enquanto a marca da besta é colocada na vida dos que adoram o poder que se atribui poderes divinos sem tê-los. Aqui está em jogo novamente a autoridade divina. Quem tem a última palavra? A quem se deve obedecer?

Sábado: sinal divino

Se você for a Bíblia, achará a seguinte declaração: “Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus.” (Ezequiel 20:20).
Você pode dizer: “Ah, esse verso estava se referindo ao povo de Israel.” Mas não está não. Se você analisar sem preconceitos a Sagrada Escritura, descobrirá que, ao longo da história humana, Deus teve sempre Sua Igreja. Essa Igreja esteve sempre formada pelos filhos de Deus que queriam obedecer à autoridade divina.
Por outro lado, em todo momento, houve também homens que quiseram escolher seu próprio caminho, rejeitando a voz de Deus. Foi assim desde o início. Caim e Abel receberam a ordem de oferecer um cordeiro como sacrifício a Deus. Abel obedeceu à ordem, e Caim decidiu fazer algo diferente: levou o fruto da terra. Perceba que caim não foi contra Deus. Ele ofereceu o sacrifício, mas não o fez como Deus ordenou, porém, como ele achava que deveria ser. Isso é fundamental. No fim da História, os que receberão a marca da besta não estarão contra Deus. Eles pensarão que estão servindo a Deus. Só que não o farão como Deus pediu, e sim como eles acham que deve ser.
A partir daquele incidente entre Caim e Abel, podemos distinguir a Igreja fiel a Deus. Veja como a Bíblia a identifica, no início: “Vendo os filhos de Deus que as Filhas dos homens eram formosas…” (Gênesis 6:2). Você vê? Aqui Deus identifica Sua igreja como “os filhos de Deus”. Sempre houve uma Igreja de Deus. Não havia estrutura organizada, mas havia uma Igreja de Deus formada por filhos dispostos a obedecer. Esse grupo de pessoas que estavam dispostas a ser fiéis a Deus e que acreditavam na salvação em Cristo, simbolizada no sacrifício do cordeiro, chegou com o tempo a ser o povo de Israel. Esse povo, além de ser a Igreja de Deus, foi também um país politicamente organizado: tinha o sumo-sacerdote, que era a autoridade espiritual, e o rei, que era a autoridade política.
A tendência de Israel ao crescer como nação foi a de corromper-se doutrinal e espiritualmente. Note como o profeta descreveu essa situação: “Porque desde o menor deles até ao maior, cada um se dá à ganância, e tanto o profeta como o sacerdote usam de falsidade. Curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: ‘Paz, paz’; quando não há paz. Serão envergonhados, porque cometem abominação sem sentir por isso vergonha; nem sabem que coisa é envergonhar-se…” (Jeremias 6:13 a 15).
No entanto, apesar da corrupção do povo e dos líderes religiosos, sempre existiu um remanescente fiel, que esteve disposto a obedecer a Deus. Esse era o verdadeiro povo de Deus; Sua verdadeira Igreja. A grande tragédia de Israel foi pensar que o fato de um dia ter sido chamado povo de Deus garantia-lhe esse estado para sempre. Eles esqueceram que o cordeiro, que era sacrificado diariamente como símbolo de Jesus, seria o único que garantiria sua condição de Igreja de Deus.
Jesus veio a este mundo. “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam.” (João 1:11). Jesus era o Messias Salvador. Ele era o verdadeiro Rei de Israel, mas o povo judeu gritou: “Não temos outro rei, senão César.” A situação espiritual de Israel quando Jesus nasceu era calamitosa. Jesus, em pessoa, condenou a hipocrisia de seus líderes. Eram líderes aparentemente espirituais; reclamavam para si o direito de ser o povo de Deus, mas estavam longe de sê-lo.

Igreja cristã: o Israel espiritual

O erro do cristianismo está em pensar que Israel foi rejeitado por Deus e substituído pela Igreja cristã. Se você estudar conscienciosamente a Bíblia, verá que não é assim. Deus formou a Igreja cristã a partir de Israel e não em substituição a ele. Jesus escolheu o remanescente fiel. Aqueles que O aceitaram e O seguiram. A maioria O rejeitou como Messias, mas 12 decidiram segui-Lo e ser fiéis e obedientes a Deus. Esses 12 discípulos foram a base do que viria a ser a Igreja cristã.
A característica distintiva do cristianismo é aceitar a Jesus como Salvador e obedecer aos mandamentos de Deus. (Apocalipse 12:17; Apocalipse 14:12). E uma das chaves dessa obediência é o sábado como dia de repouso. Ezequiel diz que o sábado é o sinal, o selo, a identificação e a marca de Deus. Teria o sábado sido deixado só para Israel? Não, porque na criação, quando ainda não existia o povo de Israel, já fora estabelecido o sábado. O sábado era o sinal do povo de Deus.
Mas alguém pode dizer: “Israel já foi rejeitado e, junto com ele, o sábado.” Isso não pode ser assim porque, em Apocalipse 7, João diz: “Então vi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel.” (Apocalipse 7:4). Você vê? O remanescente espiritual de Israel é o cristianismo. São os que aceitaram a Jesus como Salvador e, por isso, “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro”. E são também os que decidiram guardar os mandamentos de Deus, o que inclui a observância do sábado. É por isso que recebem o sinal de Deus na fronte.

Obediência equivocada

Mas agora vem o inimigo de Deus e tenta impor sua própria maneira de adorar e obedecer. O diabo é astuto. Se ele não conseguir levar você a negar a existência de Deus e rejeitá-Lo, levá-lo-á a obedecer-Lhe de maneira errada. No jardim do Éden, disse Deus: “Se tocares no fruto desta árvore, morrereis”. Aí veio o diabo e disse: “Não morrereis.”
No coração de Sua santa lei, Deus escreveu: “Lembra-te do dia do sábado para santificá-lo.” E aí vem o inimigo e diz: “Não precisa ser sábado. Pode ser também o domingo.” A Caim ele disse: “Não precisa ser um cordeiro, pode ser também o fruto da terra.” Enfim, não é como Deus diz, pode ser como você achar melhor.
Mas aí está o perigo: em pensar que se está servindo a Deus quando não se está. Pensar que se está obedecendo, quando se está agindo contra a vontade de Deus.
Pegue a sua Bíblia. Seja sincero, e tome todo o tempo que você precisar para achar um único verso bíblico que diga que o sábado não é mais o dia de repouso e que foi substituído pelo domingo. Você não achará. Por que então as pessoas guardam o domingo? Existem argumentos. Alguns crêem que o fato de Jesus ter ressuscitado no domingo é autorização para começar a guardar esse dia. Entretanto, a Bíblia não diz isso.

Domingo: sinal de autoridade humana

O mais dramático de tudo é fazer a seguinte pergunta: “Se o sábado é o sinal ou selo de Deus, qual é a marca da besta?” Lembre-se de que Apocalipse 13 fala de um poder religioso/político e também fala de um país poderoso que “seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta”. (Apocalipse 13:14). Uma imagem é algo que representa. Quando você fala de verde-amarelo, vem à sua mente imediatamente o Brasil. Quando pensa em branco e azul, Argentina. Vermelho e branco, Peru. Isso porque são esses países que estão por trás dessas cores. Bom, qual é o poder que está por trás do domingo como dia de repouso?
Mais ainda: Apocalipse 13 continua dizendo que aquele poder faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes seja dada certa marca sobre a mão direita e sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número de seu nome.
Isso é assustador. Aqui a profecia indica que chegará um momento na história deste mundo em que quem guardar o sábado não poderá comprar nem vender. Parece imaginação doentia? Pois então pergunte-se: Hoje, ainda em tempos de paz, todos os jovens que guardam o sábado têm o direito de fazer suas provas na universidade em outro dia? Todas as pessoas que guardam o sábado podem fazer concursos para cargos públicos? Todas as pessoas têm o direito de trabalhar no domingo em lugar do sábado? Não é um assunto de mania de perseguição. É algo profético. Está escrito com toda clareza na Bíblia.

O último chamado à adoração

Não é apenas uma questão de dias: sábado ou domingo. O pano de fundo é obediência e adoração. Os seres humanos parecem não perceber que o inimigo está conseguindo o que sempre se propôs.
Mas em Apocalipse 14 levanta-se um grupo de pessoas, simbolizadas pelo anjo, para proclamar em alta voz o evangelho eterno. É algo que não muda. Sempre foi assim: salvação em Cristo e obediência aos Seus mandamentos. Esse clamor é:
“Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora de Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” (Apocalipse 14:7)
Compare esta passagem com o quarto mandamento, que ordena guardar o sábado; ali diz:
“Porque em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou, por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou.” (Êxodo 20:11)
Coincidência? Parece-lhe coincidência que o último chamado que Deus faz à humanidade tenha quase as mesmas palavras que Ele pronunciou quando disse que o sábado era santo? Mas o último chamado diz mais:
“Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte, ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus.” (Apocalipse 14:9 e 10). E acrescenta: “retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados, e para não participardes dos seus flagelos.” (Apocalipse 18:4)
Portanto, este é um momento de decisão. O destino eterno do ser humano está em jogo. Não há mais tempo a perder, pois os últimos eventos da História estão próximos.
Alejandro Bullón, O Terceiro Milênio e as Profecias do Apocalipse, 1.ª ed., 1998, pág. 105.

sábado, 26 de novembro de 2011

Os seus passos estão sendo Vigiados!




Alerta Sobre o Google





A Google detém de uma extraordinária quantidade de informações sobre os usuários. Pense em quantas coisas estão no Facebook, Orkut, no Picasa, Google Docs e Google Maps, por exemplo, que dizem muito sobre os usuários. Sem falar nas tecnologias de localização em tempo real.

A face oculta do Facebook








A Sua Vida Corre Perigo!


A partir do momento em que este texto for publicado, minha vida corre perigo. Ponderei muito antes de desabafar e revelar algumas verdades que você nem imagina. Mas estou cansado de ver dia após dia tantas pessoas servindo como massa de manobra para uma minoria absoluta.
A Nova Ordem Mundial está em formação. Você não significa nada para nós, é apenas um peão em meio a nosso tabuleiro particular chamado mundo. Condicionamos você a usar os nossos produtos e a se encantar com as tecnologias que criamos, tudo para que você seja controlado em cada um dos seus passos e possa agir da maneira que for mais conveniente para nós.
Nós temos todas as respostas






Nosso maior salto até agora foi controlar a maneira como você pensa. Ou melhor, a maneira como você acha que pensa. Se você tiver alguma dúvida, sobre qualquer assunto, a quem você vai recorrer? Ao Google, provavelmente. O buscador mais usado no planeta tem todas as respostas que você precisa, ordenadas da maneira que nós queremos que você julgue relevante.
A “googlelização” de tudo foi um de nossos primeiros programas de condicionamento. Nosso propósito era prever o comportamento de cada um de vocês, fazendo com que o pensar se tornasse algo secundário, missão cumprida com sucesso pelos Iluminatti.
Aliás, uma curiosidade: você sabia que as duas letras “o” da palavra Google simbolizam um par de olhos em constante observação do seu comportamento? Estivemos de olho em você o tempo todo, mas você nem se deu conta disso. Admiro a maneira ingênua como vocês se comportam.
O livro dos tolos

O que você está fazendo? Apenas o Google não é o suficiente para que possamos manter o controle sobre você. Por isso, o estimulamos a nos contar de hora em hora tudo aquilo que está acontecendo em sua manipulada vida. Assim, criamos as redes sociais e os microblogs. Colocamos em suas mãos as ferramentas para que você ache que pode fazer o que quiser.
De hora em hora você nos avisa, via Twitter, tudo aquilo que está acontecendo em sua vida primária. “Vou tomar banho”; “vou almoçar no restaurante da esquina”; “estou pensando em fulano”. Não importa o que você esteja fazendo, estamos de olho em você, monitorando a sua vida.
As suas fotos, a maneira como você se diverte e tudo mais o que você faz, controlamos por meio do livro dos tolos, que vocês popularmente conhecem como Facebook. Nele temos informações atualizadas de boa parte da população mundial. Devo confessar que essa é uma das formas mais eficientes de controle que criamos até hoje. E vocês ainda se divertem, não é o máximo, tolos?
O fruto proibido

(Fonte da imagem: Apple)
A Apple é o maior exemplo de condicionamento de massas que conseguimos criar até o momento. A começar pelo nome da empresa, utilizamos como símbolo o fruto proibido para instigar você a ter um produto diferenciado em suas mãos. Mas certamente vocês nem perceberam isso, de tão encantados que ficam com as nossas tecnologias mágicas.
Contudo, nosso plano mais ambicioso até então foi o da “morte” de Steve Jobs. Sim, Steve está vivo e é um dos nossos membros mais ativos e inteligentes. Sete dias depois de anunciarmos a morte dele, chegou ao mercado a nossa ferramenta de controle chamada iPhone 4S. No smartphone, instalamos dois dispositivos: o Find My Friends e o Siri.
O primeiro dispensa explicações: sabemos onde você está sem que você precise fazer nada, basta estar com o seu celular no bolso. Não queremos perdê-lo de vista, vai que você começa a ter ideias anárquicas ou socialistas por aí, é melhor não facilitar. Já o Siri é, sem dúvida, um golpe de mestre.
Siri nada mais é do que uma sigla para “Steve is resting inside”, algo como “Steve descansa aqui dentro”. Como eu já disse, Steve Jobs não morreu. Uma de nossas mentes mais iluminadas, Jobs foi convidado a deixar a vida pueril e assumir a Grande Central de Comando. A partir de lá, ele tem acesso, em tempo real, a todos os diálogos feitos com os iPhones.
Você acha que está conversando com o Siri, mas na verdade está conversando com nossa Grande Central de Comando. Temos centenas de atendentes treinados para respondê-lo da maneira mais conveniente possível para nós. Com sorte você poderá um dia até mesmo ouvir do próprio Steve uma resposta para as suas perguntas fúteis.
E você ainda não acredita

(Fonte da imagem: HAARP)
Aposto que você chegou até esse ponto da leitura e continua cético com relação a tudo que eu disse. Continue assim, é exatamente isso que queremos. É tudo tão óbvio, todas as respostas estão na sua frente, mas ainda assim você não é capaz de enxergar e compreender. Para isso contamos com a ajuda de um projeto bastante eficiente, que permite também o controle mental sobre a população.
O nome dele é HAARP, algo que você já deve ter ouvido falar, mas nem se preocupou. Utilizamos uma mescla de ondas de rádio com frequências sonoras para manipular a mente coletiva dos cidadãos, fazendo com que vocês defendam a todo custo suas vidas ilusórias e julguem os nossos projetos como “meras teorias conspiratórias”.
E vem mais por aí

(Fonte da imagem: Divulgação)
Apesar de termos o controle sobre você, ainda queremos mais. Temos algumas ideias em mente como o RG com chip, que permitiria monitorar todos os cidadãos, mesmo aqueles que não têm aparelho nenhum em mãos. Internamente chamamos esse projeto de “a marca das bestas”. Temos certeza que você vai aceitar isso sem maiores restrições, afinal vamos prometer informatização, controle e agilidade em troca da sua liberdade.
Também não queremos que você tenha o trabalho de enviar os seus dados para nós a todo instante. Nossa nova plataforma de controle em expansão se chama “computação nas nuvens”. Na prática, oferecemos um espaço virtual gratuito para você em troca dos seus dados mais confidenciais. Obviamente você vai aceitar, sem pensar duas vezes.
Por conta das revelações que você leu acima, devo ser eliminado muito em breve. Fiz minha parte e esclareci os mistérios ocultos para vocês. Eu sei que provavelmente vocês não irão acreditar e vão dizer que tudo o que eu falei se resume a teorias conspiratórias sem sentido, mas a escolha é de vocês. Quer continuar sendo manipulado? O azar é só seu, minha marionete!
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Atenção: este artigo faz parte do quadro Erro 404, publicado semanalmente às sextas-feiras, cujo objetivo é fornecer um texto descontraído aos leitores do Baixaki. Qualquer semelhança com a realidade é meramente coincidência!
Saiba mais:

segunda-feira, 21 de novembro de 2011






O próprio Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa Silva Junior, reconheceu, durante o evento, que faltam evidências que mostrem o impacto da vacinação contra o H1N1. “Não há estudos comprovando de maneira efetiva o impacto da vacina”, afirmou. Ele acrescentou que a adoção de medidas de contenção, como o isolamento de pacientes e adiamento de aulas, são ineficazes.“Algumas doenças infecciosas são impossíveis de conter.”

Para o professor Arthur Lawrence Reingold, chefe da Divisão de Epidemiologia da Universidade da Califórnia, nenhuma das estratégias atualmente disponíveis para conter o vírus – do uso de antivirais ao isolamento dos pacientes – tem eficácia comprovada. “Não acho que a cobertura vacinal tenha a ver com a mudança na circulação do vírus. Ainda não é possível conter uma epidemia de influenza, só atrasá-la”, disse. Até a recomendação de se lavar as mãos com frequência é vista com ceticismo. “Nunca foi comprovado que isso previne a transmissão do H1N1, apesar de ser uma medida importante de saúde.”
O médico espanhol Juan Gérvaz, da Sociedade Espanhola de Saúde Pública e Administração Sanitária, foi enfático ao afirmar que a reação à gripe H1N1 foi exagerada e que o desenvolvimento de vacinas, bem como a adoção do antiviral oseltamivir (o tamiflu), teria atendido a interesses da indústria farmacêutica.
Para justificar seu ponto de vista, ele cita que a mortalidade pela influenza A na Polônia, onde ninguém foi vacinado, e na Espanha, onde uma parcela da população recebeu a vacina, foi semelhante. “As vacinas se transformaram em um negócio. Cada vez tem mais vacinas para doenças menos importantes”, avaliou. Fonte: http://blogs.estadao.com.br
Você tem alguma dúvida sobre a eficácia das vacinas? Assista o vídeo abaixo.
Comentário Semeando
Você tem alguma dúvida quando a origem deste vírus, o H1N1? O texto acima corrobora com a visão de muitos especialistas, que são unânimes em afirmarem que a sua fabricação e produção do vírus H1N1 e posteriormente, a  vacina, foram realizadas secretamente nos laboratórios das indústrias farmacêuticas  pertencentes a elite fascista, com objetivo de matar você, seja através do vírus, ou por meio da  vacina.
Quando nos blogueiros tido por alguns como “teóricos da conspiração” comprovamos com evidencias que este vírus foi criado e modificado em laboratório, e  espalhado intencionalmente no mundo, fomos execrados por apontar esta conspiração diabólica, e taxados como paranóicos o que as pessoas dizem agora? É melhor ficarem caladas, o silêncio é a melhor forma de admitir um erro!